quinta-feira, 28 de março de 2013

O Que Terá Acontecido a Baby Jane? (1962)



SINOPSEJane Hudson (Bette Davis), uma artista que alcançou a fama quando menina e ficou conhecida como "Baby Jane". Agora envelhecida e distante do público há muitos anos, vive encerrada em uma mansão com sua irmã, Blanche Hudson (Joan Crawford) desde um acidente que selou a sorte de ambas, terminou a carreira brilhante de Blanche e acelerou a decadência geral de Jane. Disposta a brilhar nos palcos novamente, Jane volta à Baby Jane, passando por cima de tudo e de todos para atingir seu objetivo. A trama surpreende e mostra que, como sempre, as aparências enganam: afinal, o que terá acontecido a Baby Jane?

Bem, quem me conhece sabe muito bem que amo filmes antigos, clássicos b&w, e vocês humildes leitores (e espero que tenha leitor), torço para que não tenham nada contra, pois vocês verão muitas reviews de longas antigos por aqui. Anyway, vamos ao que interessa. Essa é uma verdadeira obra prima, indicada a vários prêmios,e, inclusive vencedora de uma estatueta do Oscar, sim, inclusive para mim, Bette Davis merece todos os prêmios pela sua atuação neste filme, o mesmo a consagrou eternamente nas telinhas.

Já desde criança, famosa, cobiçada, todas queriam ser como ela, ser sua amiga, ter seus belos dentes brancos, mas Jane já mostrava seu temperamento difícil, típica menina mimada que tem tudo que almeja, invejada até por sua pobre irmã que queria ser como ela claro, mas como o mundo gira quem diria que no futuro o quadro iria se reverter e Jane acabaria cuidando de sua irmã Blanche que após um acidente (muito misterioso por sinal) ficara paraplégica. No desenrolar da estória assistimos aos pequenos conflitos, as maldades piores que trotes universitário, causados pela mente perversa de baby Jane (já não tão baby assim), frustrada psicologicamente com sua então vida medíocre. 

Eu não vou aqui contar todo o filme, claro, só te garanto que vale a pena, ótima trama com reviravoltas surpreendentes, maldades, ótima maquiagem e não poderia deixar de ressaltar a atuação de Bette Davis, o exagero e emoção que ela coloca no personagem, o que na verdade faz com que seus personagens sejam incríveis, sempre. Crawford não fica para traz, ótima atriz.
Gente, e o climão que há entre Bette Davis e Joan Crawford, afinal Bette atazanou a vida de Joan nos sets de gravação, parece até que resolveu trazer o personagem à vida real, eu hein, essa tem personalidade... não é novidade nenhuma que as duas se odiavam por traz das câmeras e Davis sempre alfinetava Crawford quando tinha uma oportunidade.

Mas cá entre nós, a Blanche é chata demais, com uma irmã dessa eu já a teria enforcado ou jogado da escada (Nazaré Tedesco feelings) just kidding guys!

É isso, espero que tenham gostado do post e recomendo para todos, um dos meus filmes favoritos (esse está no meu TOP5), com minha atriz favorita de todos os tempos (Bette Davis), tentei não deixar minhas emoções tomarem conta de mim na hora de escrever essa review, desculpa se falhei.

Se divirtam com a Evil Jane ou sofram com a Poor Blanche. Bom filme xx



segunda-feira, 25 de março de 2013

Os últimos filmes de animação lançados que eu vi

   E AÍ, então talvez depois eu faça um post sobre os meus filmes de animação favoritos e tal mas agora vou fazer um sobre os últimos lançados que eu tenha visto e gostado. VEM, GENTE.

1- Detona Ralph (Wreck-it Ralph)

   Muito amor esse filme!! Para quem é da época de ficar indo ao fliperama com as moedinhas para ficar jogando aqueles joguinhos simples, sem muita resolução, esse filme é um poço de nostalgia (sem contar que é um encanto, né?). O filme conta a história de Ralph, um personagem de jogos arcade que deseja ser amado por todos assim como o seu companheiro de jogo Fix-It Felix. Porém, ninguém ama um cara malvado e ele tem a obrigação dentro do jogo de ser um vilão. O que fazer quando sua vida já foi ditada por forças mais fortes que você? Quando seu destino te diz que você tem que ser uma coisa quando na verdade você queria ser outra? O que Ralph faz é correr atrás de seus objetivos, à procura da medalha que os mocinhos ganham e que os fazem ser tão adorados. Em sua busca ele conhece a fofa Vanellope que vem para ganhar nossos corações (assim como todos os outros personagens, porque sério, TODOS SÃO UNS AMORES!!). 

 



A atriz Jane Lynch, por exemplo, ganhou uma personagem que praticamente representa ela mesma, a durona Calhoun.

NOTA: Dez Guloseimas Saborosas






2- A Origem dos Guardiões (Rise of the Guardians)

Outro filme encantador! Só me arrependo de não ter visto em 3D porque a resolução gráfica dele é incrível. Nele Jack Frost, que produz a neve, é invisível para as crianças porque elas não acreditam nele. Porém, quando o mal se aproxima, na imagem do "Breu" (Pitch) basicamente o bicho-papão, querendo assustar as crianças e enchê-las de pesadelos,  relembrando a temida Idade das Trevas, os Guardiões (Papai Noel; Fada do Dente; Coelhinho da Páscoa e Sandman, o guardião dos sonhos UMA FOFURA) se reúnem e com a ajuda de Jack fazem o possível para manter a inocência das crianças e as suas crenças nessas criaturas mágicas.
NOTA: Seis fadinhas pequeninas + três elfos fofinhos + um yeti confuso totalizando = Dez Criaturas Mágicas



   3- Valente (Brave)

 Valente conta a história de Merida, uma garota que foge dos padrões femininos para sua época, que é obrigada por sua mãe a participar de uma espécie de competição para escolher um futuro marido. Porém, claro que ela não quer saber disso e faz de tudo para fugir dessa situação, como encontrar uma bruxa doida e pedir ajuda para mudar seu destino apenas para se meter em uma confusão terrível e depois ter pouco tempo para revertê-la. No geral, o filme é divertido e tem suas cotas de cenas fofas. Sou louca pelo cabelo de Merida e o que me surpreende na animação é o realismo (que se aproxima da perfeição) nas expressões faciais dos personagens.
NOTA: Três Irmãos Bagunceiros + Seis ursos assustadores totalizando = Nove Flechas Afiadas



4- ParaNorman 

Norman é um garoto que vê e conversa com os mortos. Seus amigos são as pessoas que já passaram dessa para melhor, e até sua vózinha falecida mantém uma relação com o garoto. Contudo, as outras pessoas (como seus pais, os colegas de escola e a vizinhança) não conseguem entender seu dom e acham que ele não passa de uma aberração, sendo sempre advertido. Mas uma bruxa jogou uma maldição na cidade há séculos atrás e como ninguém sabe e nem pode fazer nada, cabe a Norman a difícil missão de impedir que a cidade seja tomada pelos zumbis e acabar de vez com essa maldição. O legal do filme é que tem aquelas piadas que quando criança você não entende mas ao crescer acha engraçado.
NOTA: Nove Mortos Vivos Ressurgidos




5- Frankenweenie

   A animação é centralizada em Victor, uma criança inteligente que é apaixonada por seu cachorrinho Sparky. Quando o cachorro morre, Victor faz um experimento científico objetivando trazer seu querido amigo de volta a vida. Tudo dá certo até que a informação se espalha e a cidade tem que enfrentar monstruosas consequências. O filme é todo em preto e branco (um amor) e com certeza se tornará um clássico dos filmes do Tim Burton.
NOTA: Nove Animais Reanimados




6- Madagascar 3 - Os Procurados

   A gangue mais famosa de Nova York se reúne novamente. Alex, Marty, Gloria e Melman ainda estão tentando voltar para casa mas primeiro eles tem que encontrar os penguins. Infelizmente eles atraem a atenção do controle de animais e começam a ser perseguidos por uma mulher louca e durona, que tem como sonho a vontade de ter uma cabeça de leão em sua parede (onde ela coleciona cabeça de animais). Dentre muitas confusões, eles se escondem em um circo e viajam pela Europa com ele. Para eles conseguirem ir para Nova York o circo precisa ser aprovado por um empresário ricaço que quer levar a apresentação para a América, por isso eles têm a missão de renovar a imagem e os espetáculos do circo. Eu fiquei encantada ao ver a apresentação final do circo, ficou super legal.
NOTA: Oito Fugitivos Animais




7- Hotel Transylvania

Hotel Transylvania é engraçado de tão caótico que é. Drácula é o dono de um hotel feito para os monstros passarem as férias. Contudo, um humano aventureiro chamado Jonathan (AMO) descobre a hospedaria e gera um bocado de confusões. O interessante do filme é a questão de que os monstros têm medo dos humanos e nós temos medo deles. No final das contas quem é o monstro? (Se é que tem realmente um) O que salva o filme para mim é o Jonathan que é todo zen e largadão e acaba se apaixonando pela filha vampira do Drácula. É hilário!!
NOTA: Oito Franksteins Pseudo-Assustadores

   E vocês, que animações gostaram de assistir? Me recomendariam alguma? Vamos trocar ideias rs
Beijos e FUI!
xxx

segunda-feira, 18 de março de 2013

Tudo é um efeito colateral de se estar morrendo (uma análise de A Culpa é das Estrelas)


   Já vou logo avisando que essa análise é bem pessoal e pode conter spoilers. É baseada nas minhas interpretações, portanto não tomem nada que será dito aqui como verdade absoluta. Aliás, todos sabem que eu sou louca pelo John Green e por isso é um pouco difícil falar sobre ele sem fangirlismo, mas prometo que vou tentar.

   A Culpa É Das Estrelas (ACEDE) conta a história de dois jovens humanamente incríveis, a Hazel e o Augustus, que por acaso acontecem de ter câncer. Mas essa não é uma história sobre o câncer e sim sobre dois jovens inteligentes e legais que têm problemas como qualquer ser humano que existe/já existiu nesse universo. A Hazel, por exemplo, apesar de ser legal e tudo mais, tem um gosto terrível para programas de tv (ela assiste America’s Next Top Model e Top Chef obs: eu não posso falar nada porque teve uma época que eu era viciada em ANTM), é louca por um livro chamado Uma Aflição Imperial (por que esse livro não existe?) e infelizmente tem câncer na tireoide que mutaram para os pulmões. O Gus costumava jogar basquete e fazer lances livres cheios de existencialismo (como não amar, gente?) mas descobriu que na verdade odeia basquete. Ele teve osteossarcoma na perna e teve que amputá-la (o que é uma droga), ama uma banda chamada The Hectic Glow e metáforas, tanto que costuma colocar um cigarro na boca mas nunca acendê-lo (você coloca a coisa que o mata entre os dentes mas nunca deixa completar o serviço, uma metáfora para a vontade dele de poder controlar a morte). O Isaac, amigo deles, adora jogar videogame (principalmente o Counterinsurgence), teve uma espécie de câncer raro na visão que o deixou cego e teve o coração partido por uma garota chamada Monica.
   Jovens que tiveram suas vidas mudadas por doenças crônicas mas que não as deixaram defini-los. Sim, eles tinham uma doença. E enquanto eles podiam se afundar nos estereótipos que a sociedade cria para esse tipo de situação, como uma pessoa depressiva que se entrega a morte ou uma inspiração de vida que luta bravamente contra o câncer até o fim, eles vivem normalmente suas vidas porque é assim que as coisas são. Eles são humanos e acima de tudo são jovens. Entre as sessões de quimioterapia vão ter momentos que eles irão querer namorar, eles vão se sentir mal humorados às vezes e odiar quando as pessoas lhe olharem com pena. Nenhum ser humano é inabalável e forte o tempo todo. E as nossas fraquezas são justamente o que nos tornam belos. Tanto é que o Augustus, com a sua obsessão de ser um herói e morrer em prol de algo maior para ser lembrado, mal percebeu que já era um herói do jeitinho dele. Ele era um herói para os seus pais, era um herói para a Hazel. Todos nós podemos deixar a nossa marca no mundo entre aqueles que amamos. Nas histórias épicas, os heróis são definidos pela força que vão adquirindo com o tempo, contudo na realidade o próprio John disse que aprendeu com Esther Grace Earl (nerdfighter que inspirou o autor em algumas coisas) que: “A hero's journey is not from weakness to strength. The real hero's journey is from strength to weakness." (em tradução livre seria: A jornada de um herói não é da fraqueza para a força. A real jornada de um herói é da força para a fraqueza).


    O título do livro foi criado a partir de uma citação shakespeariana, na qual Cassius diz para Brutus: “The fault, dear Brutus, is not in our stars but in ourselves” (o que na tradução livre seria algo como: A culpa, caro Brutus, não está nas nossas estrelas e sim em nós mesmos). Ou seja, ele afirma que a culpa das coisas que acontecem conosco não é do destino e sim nossa. O que faz sentido se estivermos falando de Brutus e Cassius. Mas não faz quando falamos de milhares de pessoas boas que sofrem sem aparente motivo, que sofrem não porque elas fizeram algo ruim ou porque elas são más, mas porque por alguma causa obscura elas não tiveram sorte. O que nos leva a conclusão de que há, de fato, muita culpa nas estrelas, no destino e no acaso. Nós vivemos em um mundo que não é justo e é assim e pronto. Por isso o título do livro ser A Culpa é das Estrelas.


   A nossa jornada chamada vida, terá altos e baixos (será uma montanha-russa como diz o Augustus). Será alegre, sofrida, angustiante e severa, contudo ela não precisa ser opressivamente triste, apesar das circunstâncias. E ah, para constatar o quanto o John é foda perceberam como as comédias shakespearianas terminam em casamento enquanto suas tragédias terminam em morte? Pois é, e o livro do John Green termina simbolicamente com os dois!!!! ACEDE é puramente tocante; é uma afirmação de vida e juventude ao invés de algo sombrio e depressivo; é um livro que foge de clichês e preconcepções. É um dos meus livros favoritos, sem sombra de dúvidas. Para mim o John Green criou uma obra de arte tão profunda na forma de algo aparentemente tão simples. Se o Gus é o herói da Hazel, o John é o meu herói.
Esse é o John Green, everybody:

   Sei que a morte é algo difícil de ser enfrentado, ainda mais quando seu espectro aparece em uma idade tão precoce. Mas a questão para mim é o que constitui uma vida completa e bem vivida. Uma boa vida não precisa, e não é, necessariamente longa e afinal de contas a morte vem para todos. Tudo é temporário (o que é nossa vida se não uma visita por esse mundo? Como diz o belíssimo poema de Prufrock http://www.casadobruxo.com.br/poesia/t/tse01.htm) por isso precisamos dar o nosso melhor hoje enquanto podemos. No fim do livro, por exemplo, a Hazel descobre que esteve errada sobre a relação que ela imaginava das pessoas que ela ama com a morte. Ela não estava errada sobre ser uma granada (afinal, TODOS somos granadas) mas sim na forma que isso afeta suas relações. Todos morreremos e as pessoas que nos amam sofrerão, é inevitável, mas isso não quer dizer que seria melhor elas nem terem nos amado em primeiro lugar. Lembre-se que “a existência do brócolis não afeta de forma alguma o gosto do chocolate”.

sábado, 9 de março de 2013

O Menino do Pijama Listrado John Boyne


Sinopse: Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os 
judeus.Também não faz idéia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito 
menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi 
obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região 
desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno 
pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com 
um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel,um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. "O Menino do Pijama Listrado" é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

Sabe aquela sensação quando você termina de ler um livro e não sabe o que fazer com a sua vida??! "E ai eu choro ou reflito minhas ações"? Pois é, eu particularmente adorei esse livro, tão simples mas, ao mesmo tempo tão surpreendente e emocionante apesar de muitos falarem das falhas e que é mal escrito o que eu descordo. O que o faz diferente e especial, pelo menos no meu ponto de vista é que a história é mais centrada na amizade de Bruno e Shmuel e não no extermínio e tortura dos judeus mas sim, na amizade dos dois, a inocência de Bruno que apesar de ser filho de um soldado nazista faz de tudo para cultivar a amizade com uma criança judia, e que uma cerca não é o limite para uma amizade. O que só prova que uma criança não é capaz de julgar alguém pela cor, religião, etnia ou sexo, ela é capaz de ver através de tudo e ver somente o bom das pessoas.

 Pretendo não falar muito porque pode ser provável que eu estrague a surpresa do livro
    Caso você comece a lê-lo, embarcará em uma jornada ao lado de um garoto de nove anos, e confie em mim é melhor ler sem saber muito da história.

E se um dia você encontrar uma cerca que te separe de alguém, independentemente de qual motivo for cave um buraco, corte a cerca ou pule-a, não importa, mas não deixe escapar tão facilmente afinal, essa pessoa pode fazer diferença na sua vida.

 “Esta é a amizade mais estranha que já tive.”
“Por quê?”, perguntou Shmuel.
“Porque com todos os outros meninos com os quais eu fiz amizade eu podia brincar”, respondeu ele. “E nós nunca podemos brincar juntos. Tudo o que podemos fazer é ficar aqui sentados conversando.”
“Eu gosto de ficar aqui sentado conversando”, disse Shmuel.

"Você é o meu melhor amigo Shmuel...Meu melhor amigo para a vida toda."

Ps: Eu sei que tem um filme, mas não assistir ainda, não sei se é porque eu tenho receio porque os filmes geralmente não fazem jus aos livros o que é uma pena entretanto, já estou resolvendo isso!! 

Boa leitura xx



DESASTRE INDICA: Mondo Tarantino



O Ministério da Cultura e o Banco Do Brasil realizam mostra de um dos maiores e originais cineastas em atividade de todos os tempos: Quentin Tarantino no CCBB (Brasilia e SP) e Cinusp (SP), exibindo não só suas grandes produções, tais como os famosos ''Pulp Fiction", "Kill Bill VI e VII" e "Bastardos Inglórios" mas também, os filmes que lhe serviu como referência: "O Grande Golpe", de Stanley Kubrick, e "Taxi Driver", de Martin Scorsese, além de séries que dirigiu para a TV, como "C.S.I" e "E.R.". A mostra conta também com debates, nós do DC fomos lá conferir mas não participamos de nenhum debate, infelizmente, that's sad mas como ainda há tempo, provavelmente vamos lá conferir de novo, that's good. A mostra vai até o dia 17/03 e quem quiser ir conferir, pode ir sem medo.

Aqui no CCBB de Brasilia a entrada era franca não sei como tá em SP, ouvi falar que é R$ 4,00 inteira e R$ 2,00 meia no Cinusp é de graça também. A programação completa você pode conferir no site do evento.

Imperdível galera vale a pena ir conferir. Vale a pena conferir a livraria também, porque meu deus parecia que todos os livros que nós queríamos estavam lá, livros com suas lindas capas originais, biografias famosas.